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Palavras de Sabedoria

Apenas há Um acima de toda a sabedoria...

Palavras de Sabedoria

Apenas há Um acima de toda a sabedoria...

A individualidade do ser...

A vida não é uma meta. É um caminho.

Ninguém caminha pelas nossas pegadas. São únicas.

 

As nossas pegadas podem ser significativas ou passar despercebidas:

Podemos servir, podemos ajudar o próximo nas suas pegadas.

Ou podemos passar ao largo...

 

As nossas pegadas só serão observadas e significativas se se cruzarem com outras pegadas e forem notadas pelo que de único e essencial elas transmitem.

Caso contrário não passarão de um mito, oco e sem valor.

 

E no dia que as nossas pegadas terminarem, todas aquelas para quem elas foram significativas se virarão para elas,

e a sua ausência será notada.

 

Alguns tentarão caminhar sobre as nossas pegadas e então aí compreenderão:

o valor das pegadas era sobre quem as marcava e não sobre a que destino iam dar...

 

A vida em que vivemos! (II)

Imagina um mundo onde os dias não são contados, a vida não tem fim.

Um mundo onde ninguém morria de velhice, onde ninguém morria de doença, um mundo onde a vida era concebida para viver eternamente.
Um mundo sem desigualdades, um mundo farto e suficiente para todos, um mundo onde a tristeza não fosse uma palavra conhecida, um mundo onde a alegria reinava sobre todos os lares e todos os lares vivam em comunhão com o próximo.
Um mundo onde a única limitação à vida só poderia ser imposta por nós mesmos, onde só por vontade própria, por acidente ou por acção de outrem a vida poderia ter fim.
Imagina-te nesse mundo rodeado pelos que mais gostas, numa harmonia e tranquilidade de viver que a segurança da vida eterna te proporcionaria.
E se de repente alguém ou algo entrasse na tua vida e roubasse a vida de uma das pessoas que mais amas e te condenasse a uma eternidade sem mais veres e estares com ela.
O que sentirias?
 
Agora imagina um mundo onde a vida é limitada e onde todos têm noção que esta tem um início e tem um fim.
Um mundo onde todos têm a noção que não passa de uma passagem breve e efémera e onde todos têm o conhecimento de uma outra vida que só poderia ser alcançada viajando na rota a que chamas morte.
Uma vida além da actual que fosse eterna, harmoniosa e em paz em que a morte não fosse possível fosse por que meio fosse. Uma vida ainda mais perfeita que aquela que ainda há pouco tomavas conhecimento. Uma vida onde nada, nem ninguém semelhante a ti detinha o poder de a terminar fosse por que meio fosse.
Agora imagina a rota a que chamas morte. Com dois caminhos distintos: um à esquerda e um à direita. Dois caminhos dos quais não vias o fim. Um estreito e um largo. Um estreito que te levaria a ti e aos teus a esse mundo eterno. Um largo que te levaria a ti e aos teus a um beco sem saída, sem regresso, sem esperança.
Agora sente-te na tua vida actual, a vida a que chamas realidade. A vida que vives e em que gostas de estar sempre rodeado pelos que mais amas. De tal forma que não hesitarias em levar todos pela mão pelo caminho estreito para que juntos todos pudessem conviver eternamente.
Agora imagina que algo ou alguém ou qualquer filosofia de conhecimento leva uma das pessoas que mais amas pelo caminho largo. Condenando-te a um eternidade sem ela, sem possibilidade de retorno.
O que sentirias?
Não será esta a vida em que vivemos?
 

(por João Costa)

Cérebro: cognição incógnita...

"Se o cérebro for considerado como máquina, transcende infinitamente, na sua variabilidade e flexibilidade, qualquer máquina feita pelo homem, como, por exemplo, o computador. Se for visto como um sistema de comunicação, o cérebro é de natureza muito diferente da de qualquer coisa que possa ser planeada pelo homem, pois contém mais de dez mil milhões de neurónios interligados na forma mais subtil e mais complexa e com possibilidades ilimitadas de conservar e mobilizar informações. Finalmente, o cérebro tem a extraordinária propriedade de ter consciência dos seus próprios processos, pelo menos em determinadas fases da actividade."

 

(por Sir John Eccles, Prémio Nobel de Fisiologia e Medicina)

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